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“Um grande sinal...uma mulher vestida com o sol” - Lc 1,39-56 – Festa da Assunção de Nossa Senhora! Dia da Vocação à Vida Consagrada! A liturgia deste domingo transfere a solenidade da Assunção de Maria, do dia 15 de agosto e a celebra, de forma mais festiva ainda, num domingo, dia solene por excelência. O evangelho deste dia nos é muito familiar. Trata-se da visita de Maria a Isabel e do Magnificat, o belo canto dos pobres. A Vida Religiosa da A ...

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» Saboreando a Palavra
“Os mistérios do Reino em uma nova família” - Mc 3,20-35 – Prosseguindo com a leitura do Evangelho de Marcos, no ciclo Litúrgico do Ano B, 10º domingo do TC, vemos Jesus em plena atividade e de forma itinerante. Está sempre em movimento, revelando assim a sua vida e missão, e anunciando o projeto do Pai. Na primeira parte do Evangelho deste domingo (3,20-22) vemos Jesus em sua volta para casa, onde ele reúne um grupo de pessoas. Aparecem os seus parentes que não o entendem e o julgam fora de si. A sua mãe aparece também no meio daqueles que não entendem sua mensagem. Na parte final desta narrativa (vv. 31-35) Jesus diz que seu pai, sua mãe e seus irmãos são aqueles que estão ao seu redor, escutando-o. Então se revela que grandeza da mãe de Jesus não está no fato de ser sua mãe biológica, mas em ouvir sua Palavra, em ser discípula. Lucas vai dizer que aqueles que escutam a Palavra de Deus e a põem em prática, são seu pai, sua mãe e seus irmãos. Aparecem os doutores da Lei (vv.22-30) acusando-o de estar “possuído pelo Belzebu” e que a origem de seu poder de expulsar demônios provém do príncipe dos demônios. A resposta de Jesus é dada em parábolas que vão desconcertar seus opositores. Se a origem de seu poder provém de Satanás, então é um reino dividido que nunca conseguiria ficar em pé. Denuncia a fragilidade dos argumentos dos escrivas que se acham donos do poder. E utiliza a imagem da família que, se estiver dividida em grupos, nunca poderá subsistir. Desconcerta os argumentos dos doutores que acusam Jesus de expulsar demônios pelo poder dos demônios. A seguir, há uma afirmação muito difícil de ser compreendida e que já gerou muitas polêmicas. Trata-se do “pecado contra o Espírito Santo”, presente nos três Evangelhos Sinóticos. Muitos escritos teológicos tentam esclarecer tal afirmação. Conceitos e teorias não alcançam chegar a conclusões satisfatórias. Talvez na dimensão da experiência concreta seja mais simples de intuir o que os evangelistas nos relatam. Sendo o Espírito Santo o “santo espírito de Jesus”, rejeitar sua ação de misericórdia é negar o bom espírito de Jesus. Os doutores da Lei negam o espírito bom de Jesus e atribuem o bem que ele realiza, ao príncipe do mal. O Pecado contra o Espírito Santo certamente não se trata de um ato isolado, praticado num determinado momento, mas é uma existência pautada num outro princípio. É o pecado contra o “bom e santo espírito” do Pai. O texto termina dizendo que pessoas “estavam sentadas ao seu redor” e que Jesus as reconhece como seu pai, sua mãe e seus irmãos. Para esse grupo de pessoas, Jesus explicará os mistérios do Reino. A nova família é constituída por aqueles e aquelas que conseguem entrar na intimidade Jesus, que têm olhos para ver e ouvidos para entender. Estes são discípulos do bom espírito de Jesus. Ir. Zenilda Luzia Petry – FSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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