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“Resistência e vida nova” - Mc 4,26-34 - No Evangelho do 11º Domingo do TC Jesus compara o Reino de Deus a uma semente e a um grão de mostarda. Segundo o Evangelho de Marcos, Jesus iniciara sua atividade missionária com muito sucesso. Os primeiros capítulos mostram a intensidade destas atividades que entusiasmavam os discípulos e atraiam as multidões. Jesus é um missionário itinerante que, junto com seus escolhidos, tem urgência de anunciar o Rei ...

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» Saboreando a Palavra
“Uma Igreja em saída” – Mt 28,16-20 – Festa da Santíssima Trindade! O Evangelho que a Liturgia nos oferece neste dia não trata da Trindade divina em si. Indica sim “em nome de quem” acontece o batismo a quem se torna discípulo de Jesus. Aproximando-nos mais do relato do final do Evangelho de Mateus, vemos que ele não conclui seu Evangelho com a cena da Ascenção de Jesus, como em Lucas (24,50-53), mesmo que, em ambos, Jesus esteja com seus discípulos e em clima de despedida. O contexto de Mateus é de comunidades em conflitos e o temor de se sentirem abandonadas por Jesus se evidencia nos traços desta cena de despedida: “Eu estarei convosco”. Mateus informa que os discípulos foram ao “monte que Jesus lhes indicara”. O ponto de partida é a Galileia, lá onde tudo começou. Foi na Galileia que conviveram com Jesus, que viram os sinais que realizava, o perdão que oferecia, as dores que aliviava, os ensinamentos que transmitia. Necessário se faz não perder a memória. Manter a memória para resgatar o passado, sustentar o presente e projetar o futuro. No contexto aparecem sinais de que há discípulos vacilantes: se prostram, duvidam. Jesus se aproxima, confirma a sua missão dada pelo Pai e indica a missão de seus seguidores: “façam que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo o que lhes ordenei”. Se fizerem isto, não precisam mais ter medo, nem dúvidas: “eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos”. Jesus é o Emanuel, o Deus-conosco, cuja companhia é para sempre. E a missão dos discípulos missionários é “fazer discípulos”. Não se trata de “implantar a Igreja”, de “ensinar doutrinas”, de fazer “cumprir Leis”, criar movimentos eclesiais. Trata-se de “fazer discípulos/as” que mergulhem no mistério do Deus Uno e Trino. Qual a relação do Evangelho deste dia com a festa da Santíssima Trindade? Tem mais o foco no envio missionário, de ser uma “Igreja em saída”. Qual o espaço para uma possível compreensão do mistério da Trindade? O que a festa da Trindade tem a ver com o envio missionário? A contemplação do Mistério da Trindade muda nossa visão de Deus e de nossa missão no mundo. Nosso Deus Trindade deixa de ser um Deus forte e poderoso, que castiga e vinga, para ser um Deus misericórdia, comunhão e amor. Muda também nosso modo de entender a vida e as relações. Não às relações de poder, vingança e dominação, sim às relações de acolhida, amor e compaixão. Ser batizado em nome da Trindade é mergulhar no mistério do Deus comunhão e amor. O Deus Trino não é um ser fechado, autorreferencial, indiferente, distante. Sua verdade profunda é só amor e comunhão. Isto tem como consequência um novo sentido de existência humana. “Nós somos seres de amor, de luz e de paz”. Pelo Batismo, nos tornamos participantes da Comunhão trinitária. Ir. Zenilda Luzia Petry - FSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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