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“Resistência e vida nova” - Mc 4,26-34 - No Evangelho do 11º Domingo do TC Jesus compara o Reino de Deus a uma semente e a um grão de mostarda. Segundo o Evangelho de Marcos, Jesus iniciara sua atividade missionária com muito sucesso. Os primeiros capítulos mostram a intensidade destas atividades que entusiasmavam os discípulos e atraiam as multidões. Jesus é um missionário itinerante que, junto com seus escolhidos, tem urgência de anunciar o Rei ...

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» Saboreando a Palavra
“Queremos ver Jesus” – Jo 12,20-33 – Estamos celebrando o 5º Domingo da Quaresma e a Liturgia é mestra na catequese sobre o itinerário de Jesus frente ao mistério da iniquidade que, desde o início, preferiu as trevas, rejeitando a luz. Prosseguimos na leitura do Evangelho de João, um Evangelho rico em imagens e símbolos, recurso este usado pelo evangelista para ajudar a mergulhar, em maior profundidade, no mistério de nossa redenção e assim, crer e ter vida plena. A narrativa deste domingo inicia informando que “muitos subiram para Jerusalém para adorar o Senhor durante a festa”. Trata-se da festa da Páscoa, a terceira referência a ela no Evangelho de João. A Páscoa fazia memória da passagem da escravidão para a libertação. Trata-se de uma “festa dos judeus”. Para surpresa geral, quem se aproxima de Jesus são pessoas de etnia grega que querem ver Jesus. Não são judeus que o buscam. Quando Jesus ouve o apelo dos gregos, mediado por Filipe e André, inicia um discurso teológico de grande densidade. Até então Jesus, em João, Jesus sempre afirmara que “sua hora” ainda não havia chegado. Quando pessoas de outras tradições religiosas buscam a Jesus, afirma que “chegou a hora”. E esta hora é o kairós da glorificação de Jesus, da revelação definitiva do sentido de sua missão: dar a própria vida para que todos tenham vida. Sua morte, porém, não tem sentido de derrota ou fracasso, mas é sinal do grande mistério de sua vida: o dar a vida por amor. Para gerar vida, a morte é caminho imprescindível: “Se o grão de trigo, ao cair na terra, não morrer, ficará sozinho. Mas se morrer, produzirá muito fruto” (v.24). A ideia é clara. Com a vida acontece o mesmo que acontece com o grão de trigo, que deve morrer para libertar toda a sua energia e produzir fruto. Se não morrer, permanece estéril. “Se morrer” torna a germinar trazendo nova vida. E segue com mais afirmações: “Quem tem apego à sua própria vida, vai perdê-la; quem despreza a própria vida neste mundo, vai guardá-la para a vida eterna” (v. 25). Não se pode gerar vida sem dar a própria vida. É este o grande mistério da Páscoa e salvação para quem quer “ver Jesus”. Ir. Zenilda Luzia Petry - FSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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