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Dia 22/07/2018

“A compaixão pelas ovelhas sem pastor” – Mc 6,30-34 – A liturgia deste 16º Domingo do TC é marcada pela compaixão de Deus pelos que sofrem. No Evangelho do domingo anterior vimos Jesus enviando os seus, ordenando-lhes a viverem um estilo de vida bem despojado e solidário com as pessoas mais pobres. Este testemunho e tal proposta de vida fizeram com que as multidões acorressem em busca de quem os atendia em suas necessidades ...

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“A Compaixão não tem fronteiras” – Mc 1,29-39 – O Evangelho do 5º Domingo do tempo Comum está em continuidade à itinerância de Jesus feita num só dia, conforme o primeiro Capítulo do Evangelho de Marcos. É um dia cheio de atividades e trata-se de um dia de sábado (cf v. 21). Após a expulsão do espírito impuro, Jesus deixa a SINAGOGA e vai para a casa de Simão e de André. O espaço de atuação de Jesus diante do sofrimento das pessoas agora não será mais a sinagoga, mas a CASA. Na casa encontra a sogra de Pedro “acamada com febre”. Marcos descreve que ela estava prostrada na cama e queimando de febre. Jesus se enche de compaixão e rompe barreiras, não considerando nem que se trata de uma pessoa doente, mulher e, como tal, está impura. Dá toda atenção a ela, toca-a, ergue-a. Ela se “levanta”, verbo que, no original grego indica ressurreição, e começa a servir. A próxima agenda de Jesus, de aliviar o sofrimento, ocorre entre a casa e a CIDADE. Sendo sábado, Marcos informa cuidadosamente que, “ao cair da tarde”, ou seja, após a Lei do repouso sabático, levam a Jesus a multidão de “doentes e endemoninhados”. É uma multidão que sofre. Sendo sábado, a cura não poderia ser efetuada neste dia, como também não se devia carregar nenhum fardo. A CIDADE inteira se aglomera diante da casa. Naturalmente se trata de uma forma catequética de dizer que a força da palavra congrega, cura e anima todas as pessoas que dela necessitam. Aqui já aparece a ordem de Jesus, tantas vezes repetida no Evangelho de Marcos: “Não lhes permitindo que falassem”. Os demônios identificavam Jesus como o Cristo, o Filho de Deus, mas ele repetidamente recusou deixá-los falar. “Não permitia que os demônios falassem, porque eles sabiam quem ele era” (v. 34). Esta atividade de Jesus, de “compaixão sem fronteiras”, não tem hora para terminar. Mas a agenda de Jesus tem mais uma atividade: “E tendo-se levantado de madrugada, quando ainda era escuro”, Jesus segue agora para outro cenário: o DESERTO. Seu propósito certamente era passar o tempo em intimidade com o Pai, em preparação à viagem missionária que o devia levar a toda a Galileia. Em plena madrugada, Simão e seus companheiros, ansiosos, procuram Jesus e, ao encontrá-lo, informam: “todos te procuram”. Jesus, ao invés de atender seus ansiosos discípulos, aponta para horizontes maiores, pois a compaixão não tem fronteiras. Ir. Zenilda Luzia Petry - FSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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