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“Uma Igreja em saída” – Mt 28,16-20 – Festa da Santíssima Trindade! O Evangelho que a Liturgia nos oferece neste dia não trata da Trindade divina em si. Indica sim “em nome de quem” acontece o batismo a quem se torna discípulo de Jesus. Aproximando-nos mais do relato do final do Evangelho de Mateus, vemos que ele não conclui seu Evangelho com a cena da Ascenção de Jesus, como em Lucas (24,50-53), mesmo que, em ambos, Jesus esteja com seus discíp ...

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» Saboreando a Palavra
“Completou-se o tempo, o reino de Deus está próximo” - Mc 1,14-20 – O Evangelho do 3º domingo do Tempo Comum, este período litúrgico que forma como que uma “dobradiça” entre o Tempo de Natal e o da Páscoa, tem como foco o chamado dos primeiros discípulos, na ótica de Marcos. No 2º domingo tivemos o Evangelista João a nos brindar com sua teologia vocacional. A perspectiva de Marcos lhe é própria também, como foi a de João. O contexto de Marcos é muito significativo: até o v. 13 temos a introdução geral do Evangelho, bem condensada: no v.1 se anuncia que este escrito é o “Evangelho de Jesus Cristo”. Nos versos dois a oito Marcos apresenta sinteticamente a pregação de João Batista. O Batismo de Jesus é narrado em seguida (9-11), concluindo com dois breves versículos que tratam da tentação no deserto. O texto da liturgia de hoje, em continuidade a esta Introdução, trata claramente de dois temas: o anúncio da proximidade de “Reino de Deus” e o chamado dos primeiros discípulos. Os versos 14 e 15 constituem uma espécie de dobradiça, de transição entre a introdução geral e a parte propriamente narrativa do Evangelho. São diversos os aspectos a serem considerados nestes versículos: “Depois que João foi preso, Jesus se dirigiu para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus. Ele dizia: ‘O tempo se cumpriu, e o Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e acreditem no Evangelho”. A primeira informação que temos é a da prisão de João. A prisão do precursor, do profeta, é vista como um “sinal dos tempos”, momento de entrar em ação, de reagir. Quando inocentes são presos e condenados, é hora de Deus intervir. É o que o Papa Francisco insiste em anunciar nestas suas visitas a países que cometem tantas injustiças. É o que desejamos que ocorra no Brasil, que vive uma profunda crise institucional. Jesus, ao saber da prisão de João, assume sua missão de anunciador da Boa nova de Deus. Vai para a Galileia, centro do poder de Herodes, responsável pela prisão do profeta, e inicia o anúncio do “Evangelho de Deus”. É de se notar que aqui se afirma tratar-se do “Evangelho de Deus”, diferente do v 1, no qual se identifica como “Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”. “Cumpriu-se o tempo”, ou seja, é o Kairós, o tempo de Deus. O reino de Deus está perto, uma nova ordem está por ser estabelecida. Mudem de vida, reconheçam sua verdadeira condição de pessoas limitadas, necessitadas da intervenção divina. Convertam-se, mudem sua maneira de pensar e de agir. Mudem de ideologia que não constrói vida e fraternidade. Acreditem no Evangelho, acreditem nesta boa nova de uma vida digna, justa, fraterna, de paz e de bem, onde a misericórdia é o coração da vida e das relações. Para ajudar nesta nobre missão, Jesus vai lá onde estão as pessoas simples, pobres, que labutam pela vida e pela dignidade. Começa a convidar colaboradores para a missão de implantação do Reino de Deus. Ir. Zenilda Luzia Petry - FSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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