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Testemunha da Luz - Jo 1-6-8. 19-28 – Estamos no terceiro domingo do Advento e a figura que se destaca é João Batista, aquele que preparou o caminho para Jesus. João Batista denuncia as injustiças do seu tempo e aponta para aquele que é a LUZ. A primeira parte do Evangelho é retirada do prólogo de João. Assim, em Jo 1,6-8 temos uma espécie de interrupção do prólogo poético e teológico que abre todo o Evangelho (1,1-18). É como se o evangelista ...

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» Saboreando a Palavra
O óleo da esperança ativa - Mt 25,1-13 - Os textos destes últimos domingos do ano litúrgico nos convidam a colocar-se em vigilância ativamente. A parábola deste domingo traz diversas dificuldades, ainda mais quando se faz uma leitura pela ótica da alegoria e se busca atribuir significado a todos os elementos da parábola, prática muito recorrente nas Igrejas. O relato é tirado da vida cotidiana. Depois de um ano ou mais de noivado, celebrava-se a festa de casamento, que consistia em conduzir a noiva à casa do noivo, onde acontecia o banquete. Esta cerimônia não tinha um caráter religioso. O noivo, acompanhado de seus amigos e parentes, ia à casa da noiva para buscá-la e conduzi-la à sua própria casa. Na casa da noiva, encontravam-se suas amigas que a acompanhariam no trajeto e participariam da festa. Todos estes rituais começavam com o pôr-do-sol e avançavam noite adentro; daí a necessidade das lâmpadas para poder percorrer o trajeto entre as casas, que poderias ser próximas ou mais distantes. A parábola mostra a inutilidade de uma espera que não é acompanhada de ação providente, ou seja, uma atitude de cuidado e zelo. As lâmpadas devem estar em condições de serem acesas para garantir a participação na festa do casamento. A “chave de leitura” da parábola “das dez virgens” está na falta de azeite para as lâmpadas. A importância do relato não está no noivo, nem na noiva, nem nas acompanhantes. O que o relato destaca é a necessidade da luz para percorrer o caminho na hora certa. A luz é mais importante porque o que determina a entrada no banquete é que as jovens tenham as lâmpadas acesas. Uma acompanhante sem luz não tinha como fazer parte no cortejo nupcial. O que é preciso para alimentar o azeite? O que alimenta a lamparina? Por que não se pode ceder um pouco de azeite para quem não providenciou antes? Seguindo toda a trajetória do evangelho de Mateus, o que alimenta a lamparina são as boas obras, é o fazer, o agir. Não é sem sentido que o capítulo 23 de Mateus condena os fariseus porque “dizem” e não “fazem”. No capítulo 24 temos o elogio do servo que age e assume bem a sua missão de servir. No Capítulo 25, após a parábola das dez virgens (vv 1-13) temos a parábola dos talentos ( vv14-30), onde se recompensa quem faz render os talentos e quem não fez render é condenado. E segue o relato do julgamento final (vv 31-46), todo centrado na realização das obras de misericórdia. O fazer, o agir, o dar frutos é chave de leitura do Evangelho de Mateus. Logo é de se supor que a falta de óleo das lâmpadas seja mesmo uma denúncia sobre os que não realizam as obras próprias do Reino de Deus. “No meio da noite ouviu-se um grito: Eis que chega o noivo! Saí ao seu encontro”. É uma convocação urgente a sair do sono da acomodação e pôr-se em ação. Sabemos que o azeite só ilumina quando se consome. Nossa vida revela pleno sentido e alcança seu fim quando nos consumimos no serviço aos outros.
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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