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Testemunha da Luz - Jo 1-6-8. 19-28 – Estamos no terceiro domingo do Advento e a figura que se destaca é João Batista, aquele que preparou o caminho para Jesus. João Batista denuncia as injustiças do seu tempo e aponta para aquele que é a LUZ. A primeira parte do Evangelho é retirada do prólogo de João. Assim, em Jo 1,6-8 temos uma espécie de interrupção do prólogo poético e teológico que abre todo o Evangelho (1,1-18). É como se o evangelista ...

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“Devolver a Deus” - Mt 22,15-21 - Celebramos o 29º Domingo do ano Litúrgico e o dia mundial das Missões . Neste ano de 2017, temos como tema missionário: “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída”. Sim, nossa identidade é “ser Igreja em saída”. Não somos Igreja se não somos missionárias/os. E isto feito na alegria e generosidade. No Evangelho deste dia Jesus continua em conflito com as elites de Jerusalém, onde se evidencia uma mesquinhez endêmica dos dirigentes do povo. Há um plano bem armado: fazer Jesus cair na armadilha de suas próprias palavras! A cilada é introduzida por um elogio: “Mestre, sabemos que és verdadeiro, que ensinas o caminho de Deus… que não consideras as pessoas pela aparência…” (v. 16). Depois do elogio, vem a pergunta com segundas intenções: “É lícito ou não pagar o imposto a César”? Em caso de resposta afirmativa, toda a pregação de Jesus cairia por terra diante do povo. A ocupação romana era o que havia de mais explorador; a transferência de impostos para Roma causava miséria e fome. Além disso, do ponto de vista religioso, pagar o imposto significava aceitar o culto ao imperador. Na própria moeda romana, podia-se ler: “Tibério César, Filho Divino do Venerável Augusto”. Por isso, os fariseus e a maioria do povo se opunham ao pagamento. Por outro lado, se Jesus responde que não se deve pagar o tributo, será acusado como subversivo e malfeitor. A resposta de Jesus desmascara a intenção dos que perguntaram e denuncia a exploração do povo legitimada pela religião. Jesus tinha tocado no coração do sistema religioso romano, que era o lucro proveniente da cobrança do tributo imposta ao povo dominado. Indiretamente questiona o culto ao imperador que era promovido e diz: “dai a César o que é de César e a Deus...” Logo, César não é deus. Também denuncia a prática dos fariseus que, teoricamente, eram contra Roma, mas, no concreto, viviam segundo o sistema, pois traziam as moedas romanas consigo. Se na moeda está a imagem do seu proprietário, o dinheiro pertence ao opressor romano e é preciso devolver a ele. Mas o que é mesmo de César? E o que é de Deus? Em terra ocupada pelos romanos, toda a população sabia que, além do denário, era de César também o procurador da Judeia (Pilatos), nomeado pelo próprio imperador. Eram de César os exércitos invasores com todas as suas armas. Dai a Cesar tudo que gera exploração e morte. O sistema opressor é de César. E o que é de Deus? Conforme Levítico 25,23, a terra pertence a Deus, o povo é usuário e hóspede. A terra não pode ser tomada por outra divindade, no caso o império romano. A terra e o povo pertencem a Deus. A liberdade do povo é dom de Deus. E ele não pode ser oprimido por nenhum outro poder, seja nacional ou estrangeiro. Apropriar-se do que a Deus pertence gera a desarmonia na obra criada. Então a ordem direta de Jesus: “dai a Deus o que é de Deus”. Ir. Zenilda Luzia Petry. IFSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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