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Testemunha da Luz - Jo 1-6-8. 19-28 – Estamos no terceiro domingo do Advento e a figura que se destaca é João Batista, aquele que preparou o caminho para Jesus. João Batista denuncia as injustiças do seu tempo e aponta para aquele que é a LUZ. A primeira parte do Evangelho é retirada do prólogo de João. Assim, em Jo 1,6-8 temos uma espécie de interrupção do prólogo poético e teológico que abre todo o Evangelho (1,1-18). É como se o evangelista ...

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» Saboreando a Palavra
Em busca de bons administradores - Mt 21,33-43. Neste 27º Domingo do TC, a liturgia volta a nos trazer a imagem da vinha, uma alegoria muito recorrente na história do povo de Israel. A vinha é Israel que, por vezes, produz bons vinhos que geram alegria e paz. Outras vezes esta vinha produz “uvas azedas”, como lemos na 1ª leitura (Is 5,1-7). Apesar de todos os cuidados que Deus, a “vinha” não produz os esperados frutos de justiça. A alegoria é o pano de fundo do Evangelho deste domingo, (Mt 21,33-43), texto que está em continuidade às demais narrativas do Capítulo 21 de Mateus. Inicia com a entrada de Jesus em Jerusalém. Vai logo ao templo, expulsa os vendedores (Mt 21,1-17), entra em conflito direto com os chefes do povo. Em seguida temos o relato da figueira estéril, outra alegoria do povo de Israel e suas Instituições. Segue a parábola dos dois filhos enviados a trabalharem na vinha e o debate de Jesus com as autoridades sobre o batismo de João (Mt 21,23-27), texto do domingo anterior. No Evangelho deste domingo com imagem da vinha, Jesus assume claramente a acusação às autoridades que promovem violência e opressão. Os conflitos vão se aguçando fortemente, tornando Jesus cada vez mais incômodo para as autoridades. No entanto, ao retomar a alegoria da vinha, Jesus muda o foco: não acusa a vinha de não produzir boas uvas, como no texto de Isaías. No Evangelho Jesus foca os arrendatários, os responsáveis pela produção que desviam o fruto da videira, sonegam o pagamento ao patrão e matam quem luta pelos direitos. Este aspecto pode ser entendido melhor se a gente pensa no dono da vinha como sendo Deus, os arrendatários sendo os chefes do povo, enquanto a vinha é o povo que deve ser conduzido. As autoridades de Jerusalém, em geral os grandes proprietários de terra, são denunciados como gananciosos e assassinos, que avançam a qualquer custo sobre o que não lhes pertence. É por causa da dureza do coração destas pessoas que a vinha lhes será tirada e dada a quem entregar a produção. Então, a vinha foi colocada sob o cuidado de outros administradores: os pagãos, que tiveram a atitude de acolher o anúncio do Reino, diferentemente das autoridades do povo. Esta parábola é de uma atualidade extrema. Nossas autoridades, eleitas para cuidar da vinha, ou seja, do povo, repetem os comportamentos tão duramente denunciados por Jesus. É hora de destituir estes senhores da administração da vinha e entregar a administradores que promovem vida, justiça, paz. Ir. Zenilda Luzia Petry - IFSJ

Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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