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Testemunha da Luz - Jo 1-6-8. 19-28 – Estamos no terceiro domingo do Advento e a figura que se destaca é João Batista, aquele que preparou o caminho para Jesus. João Batista denuncia as injustiças do seu tempo e aponta para aquele que é a LUZ. A primeira parte do Evangelho é retirada do prólogo de João. Assim, em Jo 1,6-8 temos uma espécie de interrupção do prólogo poético e teológico que abre todo o Evangelho (1,1-18). É como se o evangelista ...

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O caminho da verdadeira justiça - Mt 21,28-32 – Já estamos no 26º Domingo do TC, no dia 1º de outubro, mês das missões. O tema deste mês missionário de 2017 é: “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída” e o tema: “Juntos na missão permanente”. Uma Igreja em saída, cujos missionários realizam as obras indicadas por Jesus, como sinais do Reino de Deus realizando-se. O Evangelho deste domingo é uma convocação para o engajamento concreto no “fazer a vontade de Deus”. Aliás, o Evangelho de Mateus é muito incisivo nas afirmações de Jesus sobre a necessidade de se “fazer”, de “praticar”, de traduzir em ações aquilo que se professa pela fé. “Não é quem diz Senhor, Senhor que entra n Reino dos céus e sim aquele que faz a vontade de meu Pai...” (Mt7,21). As palavras por si só não salvam, é preciso praticá-las. Também os discípulos, em Mateus, são identificados como “operários”, ou seja, aqueles que “operam”, trabalham, realizam. Existem aqueles que “fazem” a vontade do Pai (7,21). Mas existem aqueles a quem Jesus diz: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que operais ilegalidade/iniquidade” (7,23). Neste sentido, o evangelho deste domingo é muito claro. Contextualizando, podemos ver que Jesus já se encontra em Jerusalém (Mt 21,1ss), expulsa os vendilhões do templo (21,12-17), alerta para a figueira estéril, metáfora de uma religião sem prática. Entra no templo e encontra os sacerdotes e anciãos, donos da religião e do tesouro do templo, que começam a confrontá-lo (21,23-27). Neste contexto está situada a narrativa do evangelho de hoje: “Um pai tem dois filhos e diz a um: “Filho, vai trabalhar (operar) hoje na vinha”. Um diz que não quer e depois vai e o outro diz que vai, mas não foi. A seguir Jesus pergunta: “Qual dos dois FEZ a vontade do Pai?” (v. 31a). E conclui: “Em verdade vos digo que os publicanos e as prostitutas estão vos precedendo no Reino de Deus” (v. 31b). Podemos imaginar o escândalo que estas palavras causaram aos ouvidos destes “justos” de Israel. Ser precedido nos céus por prostitutas ou cobradores de impostos, a maioria deles corruptos?! Não se poderia ouvir ofensa maior. Ser colocado para trás, logo por quem? Por pessoas de má fama!? Mas, por que Jesus reprova tanto estes sacerdotes e anciãos? Onde foi que eles erraram? Exatamente na incoerência entre o “falar” e o “fazer” deles. Hoje cresce a tendência a uma religião de emoções, de muito louvor e aparências, marcada por forte tendência moralista, sem conexão com a prática das boas obras, tão bem descritas em Mt 25, 31-46. O julgamento final será sobre a prática das obras de misericórdia. É o que se deve dizer também à bancada evangélica do Congresso brasileiro. Votam em projetos de Leis que tiram a vida do povo e se declaram os “justos” da sociedade brasileira. Ir. Zenilda Luzia Petry - FSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
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