» Congregação
» Províncias
» Nossas Missões
» Leigos e Carisma
» Animação Vocacional
» O Que Fazemos
» Onde Estamos
» Links

Testemunha da Luz - Jo 1-6-8. 19-28 – Estamos no terceiro domingo do Advento e a figura que se destaca é João Batista, aquele que preparou o caminho para Jesus. João Batista denuncia as injustiças do seu tempo e aponta para aquele que é a LUZ. A primeira parte do Evangelho é retirada do prólogo de João. Assim, em Jo 1,6-8 temos uma espécie de interrupção do prólogo poético e teológico que abre todo o Evangelho (1,1-18). É como se o evangelista ...

Leia todos os Saboreando a Palavra...


» Saboreando a Palavra
“Ouçam meu filho amado”– Mt 17,1-7 – No dia 06 de agosto a Igreja celebra a festa da Transfiguração do Senhor. O Evangelho deste 18º domingo do Tempo Comum, domingo da Transfiguração, nos traz a narrativa que está presente nos evangelhos sinóticos, ainda que com diferenças de perspectivas e detalhes. A narrativa é a mesma, mas a teologia tem focos diferenciados. Segundo os exegetas, não se sabe como se originou este relato. Em Marcos o o texto acentua a necessidade de sustentar a fé frente à perspectiva da cruz, uma vez que os três discípulos do monte da “transfiguração” são os mesmos do monte da “desfiguração”. Em Lucas o acento recai sobre Jesus em oração, uma oração que o transfigura e que faz receber a confirmação do Pai a declarar ser Jesus seu filho eleito e que se deve escutá-lo. Em Mateus, além de Jesus tomar consigo seus discípulos mais íntimos, como nos demais sinóticos, Ele os leva a uma “montanha alta”, não aquela da tentação, na qual o tentador lhe oferece “todos os reinos deste mundo” (cf. Mt 4,8). Mateus acentua “montanhas” ao longo do Evangelho, certamente em ressonância à montanha do Sinai, onde Deus concedera a Lei da Aliança. A “alta montanha” da transfiguração é o cenário no qual Jesus se revela como o Deus da vida. Ali os discípulos contemplam Jesus transfigurado. “Seu rosto brilhava como o sol, e suas roupas ficaram brancas como a luz”. Jesus, em todo o esplendor, revela o infinito mistério do Pai. Acompanham dois personagens muito significativos na experiência religiosa de Israel: Moisés e Elias que, segundo estudiosos, podem representar a Lei e os Profetas. Eles não tem o rosto resplandecente. Não proclamam nenhuma mensagem, apenas “conversam” com Jesus. Jesus é quem tem a última palavra. Pedro parece não entender do que se tratava. Propõe fazer três tendas, uma para cada um deles. Coloca Jesus, Moisés e Elias no mesmo nível. Não percebeu ainda que Jesus não pode ser equiparado com quem quer que seja. Ele é único. É Deus mesmo que faz Pedro calar. “Enquanto falava, uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra”. A voz surgida das nuvens, a voz da revelação divina, vai esclarecer as coisas: “Este é o meu filho em quem encontro meu agrado. Ouçam-no”. Meu Filho é único, é dele que provém a Lei e os Profetas. Não deve ser confundido com mais ninguém. Os discípulos “caíram com o rosto por terra e ficaram com medo”. Quando levantam seus olhos, estão vendo somente a Jesus. Ouvir só a Jesus causa tremor, espanto, exige entrega absoluta. Ouvir Jesus, porém, nos transfigura em pessoas mais humanas, mais misericordiosas, mas cuidadoras da “casa comum”, mais fieis às vozes que chegam a nós de todos os cantos da terra, especialmente neste ano do Jubileu de nossa Congregação. Ir. Zenilda Luzia Petry. IFSJ
Congregação das Irmãs Franciscanas de São José
Rua Vicente Machado, 2731
Centro - Curitiba - PR (Cep: 80440-020)
Fone: 41 3042.5167